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31/05/2022

As formas de preparação e uso das Plantas Aromáticas e Medicinais variam consoante a necessidade de extração e existência de compostos ativos em cada planta, o fim a que se destina e quais as vias de aplicação da mesma.
Assim a sua aplicação pode ser feita através de banhos, cataplasmas, chás, infusões e tisanas, sumos, compressas, extratos, óleos e óleos essenciais, entre outros.
Banhos
Um banho consiste na imersão completa ou parcial do corpo em água, na qual se podem juntar preparações obtidas de plantas medicinais.
Banhos
Cataplasmas
Compressas
Extratos
Gargarejos
Inalações
Infusões
Macerações
Óleos
Sumos ou Sucos
Tisanas
Unguentos
Xaropes
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-orgânicas -frescas -envasadas
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Sabe o que são cogumelos Micorrizas? Os cogumelos silvestres comestíveis são produtos florestais não lenhosos (PFNL) com...
28/05/2022

Sabe o que são cogumelos Micorrizas?
Os cogumelos silvestres comestíveis são produtos florestais não lenhosos (PFNL) com considerável potencial económico, podendo constituir um rendimento adicional ao rendimento proveniente da produção de madeira, cortiça ou fruto.
A maioria destes cogumelos com valor comercial são fungos ectomicorrízicos, ou seja. que estabelecem uma relação de simbiose com as plantas hospedeiras, na qual ocorre transferência de água e sais minerais (do fungo para a planta) e de hidratos de carbono (da planta para o fungo).
A inoculação das plantas com micorrizas pode aumentar a produtividade das culturas, promovendo o crescimento, aliviando o stress ambiental (seca, salinidade, deficiência em nutrientes, presença de metais pesados, pH do solo prejudicial), controlo de patogénicos (ativos e passivos) e uma melhoria geral da qualidade da planta hospedeira.
O fungo aumenta a diversidade e a estabilidade dos microrganismos do solo, e também melhora a estrutura do solo e as plantas micorrizadas têm geralmente teores mais elevados em elementos minerais como o fósforo, o azoto, o potássio, o ferro, o zinco, o boro e o cobre.
A micosilvicultura é o conjunto de práticas silvícolas aplicadas na condução dos povoamentos florestais, agroflorestais ou agrosilvopastoris com o objectivo de preservar e aumentar a produção de cogumelos silvestres comestíveis.
A incorporação da micosilvicultura na gestão florestal permite ao gestor melhorar os rendimentos para a sua exploração, o que aumentará, necessariamente, a sua multifuncionalidade e sustentabilidade.
Fonte: Robert Borek and Andrzej Księżniak (IUNG) e MANUAL PARA A GESTÃO DOS RECURSOS MICOLÓGICOS SILVESTRES DO BAIXO ALENTEJO; 2011, ADPM - Associação de Defesa do Património De Mértola
www.silvestres.pt

Sabe o que são cogumelos Micorrizas?

Os cogumelos silvestres comestíveis são produtos florestais não lenhosos (PFNL) com considerável potencial económico, podendo constituir um rendimento adicional ao rendimento proveniente da produção de madeira, cortiça ou fruto.

A maioria destes cogumelos com valor comercial são fungos ectomicorrízicos, ou seja. que estabelecem uma relação de simbiose com as plantas hospedeiras, na qual ocorre transferência de água e sais minerais (do fungo para a planta) e de hidratos de carbono (da planta para o fungo).

A inoculação das plantas com micorrizas pode aumentar a produtividade das culturas, promovendo o crescimento, aliviando o stress ambiental (seca, salinidade, deficiência em nutrientes, presença de metais pesados, pH do solo prejudicial), controlo de patogénicos (ativos e passivos) e uma melhoria geral da qualidade da planta hospedeira.

O fungo aumenta a diversidade e a estabilidade dos microrganismos do solo, e também melhora a estrutura do solo e as plantas micorrizadas têm geralmente teores mais elevados em elementos minerais como o fósforo, o azoto, o potássio, o ferro, o zinco, o boro e o cobre.

A micosilvicultura é o conjunto de práticas silvícolas aplicadas na condução dos povoamentos florestais, agroflorestais ou agrosilvopastoris com o objectivo de preservar e aumentar a produção de cogumelos silvestres comestíveis.

A incorporação da micosilvicultura na gestão florestal permite ao gestor melhorar os rendimentos para a sua exploração, o que aumentará, necessariamente, a sua multifuncionalidade e sustentabilidade.

Fonte: Robert Borek and Andrzej Księżniak (IUNG) e MANUAL PARA A GESTÃO DOS RECURSOS MICOLÓGICOS SILVESTRES DO BAIXO ALENTEJO; 2011, ADPM - Associação de Defesa do Património De Mértola

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Uma das utilizações do figo-da-índia pode ser a transformação artesanal em bebidas alcoólicas, como o “colonche”. É um l...
28/05/2022

Uma das utilizações do figo-da-índia pode ser a transformação artesanal em bebidas alcoólicas, como o “colonche”. É um licor fermentado de baixo teor alcoólico (4 a 6%)., doce e efervescente típico do Bajío , região centro-norte do México, feito a partir da fermentação da polpa do figo da índia.
O seu consumo ocorre de julho a outubro, quando a figueira da índia dá frutos, e nessa época pode ser encontrado nas festas de padroeiros de vilas e cidades mexicanas.
Apesar de ter uma história de pelo menos dois mil anos, o colonche está prestes a desaparecer pela falta de promoção, no entanto, em Portugal esta poderá constituir uma boa oportunidade de negócio para os produtores de Figo da Índia.
Para além desta bebida , há referências sobre a obtenção de vinho a partir de sumo concentrado, que pode atingir cerca de 11% de teor alcoólico, assim como sobre a produção de aguardente que pode atingir 56%.
Outros tipos de produtos que têm vindo a emergir são os licores à base apenas de figo ou em misturas com outros frutos.
Por fim, o vinagre também pode vir a ter grande futuro, pois se elaborado com figos de variadas cores, pode tirar-se partido da tendência existente para a utilização de vinagres “diferentes”.

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Uma das utilizações do figo-da-índia pode ser a transformação artesanal em bebidas alcoólicas, como o “colonche”. É um licor fermentado de baixo teor alcoólico (4 a 6%)., doce e efervescente típico do Bajío , região centro-norte do México, feito a partir da fermentação da polpa do figo da índia.

O seu consumo ocorre de julho a outubro, quando a figueira da índia dá frutos, e nessa época pode ser encontrado nas festas de padroeiros de vilas e cidades mexicanas.

Apesar de ter uma história de pelo menos dois mil anos, o colonche está prestes a desaparecer pela falta de promoção, no entanto, em Portugal esta poderá constituir uma boa oportunidade de negócio para os produtores de Figo da Índia.

Para além desta bebida , há referências sobre a obtenção de vinho a partir de sumo concentrado, que pode atingir cerca de 11% de teor alcoólico, assim como sobre a produção de aguardente que pode atingir 56%.

Outros tipos de produtos que têm vindo a emergir são os licores à base apenas de figo ou em misturas com outros frutos.

Por fim, o vinagre também pode vir a ter grande futuro, pois se elaborado com figos de variadas cores, pode tirar-se partido da tendência existente para a utilização de vinagres “diferentes”.



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A atividade da caça efetua-se em zonas de caça, que se encontram classificadas emquatro tipologias, de acordo com o obje...
28/05/2022

A atividade da caça efetua-se em zonas de caça, que se encontram classificadas em
quatro tipologias, de acordo com o objetivo a prosseguir: De interesse nacional - a constituir em áreas que, dadas as suas características físicas e biológicas, permitam a formação de núcleos de potencialidades cinegéticas a preservar ou em áreas que, por motivos de segurança, justifiquem ser o Estado o único responsável pela sua administração, adiante designadas por zonas de caça nacionais; De interesse municipal - a constituir para proporcionar o exercício organizado da caça a um
número maximizado de caçadores em condições particularmente acessíveis, adiante designadas por zonas de caça municipais; De interesse turístico - a constituir por forma a privilegiar o aproveitamento económico dos recursos cinegéticos, garantindo a prestação de serviços adequados, adiante designadas por zonas de caça turísticas; De interesse associativo - a constituir por forma a privilegiar o incremento e manutenção do associativismo dos caçadores, conferindo-lhes assim a possibilidade de exercerem a gestão cinegética, adiante designadas por zonas de caça associativas (ZCA).

A atividade da caça efetua-se em zonas de caça, que se encontram classificadas em
quatro tipologias, de acordo com o objetivo a prosseguir:
De interesse nacional - a constituir em áreas que, dadas as suas características físicas e biológicas, permitam a formação de núcleos de potencialidades cinegéticas a preservar ou em áreas que, por motivos de segurança, justifiquem ser o Estado o único responsável pela sua administração, adiante designadas por zonas de caça nacionais;
De interesse municipal - a constituir para proporcionar o exercício organizado da caça a um
número maximizado de caçadores em condições particularmente acessíveis, adiante designadas por zonas de caça municipais;
De interesse turístico - a constituir por forma a privilegiar o aproveitamento económico dos recursos cinegéticos, garantindo a prestação de serviços adequados, adiante designadas por zonas de caça turísticas;
De interesse associativo - a constituir por forma a privilegiar o incremento e manutenção do associativismo dos caçadores, conferindo-lhes assim a possibilidade de exercerem a gestão cinegética, adiante designadas por zonas de caça associativas (ZCA).

21/05/2022

No Alentejo em particular, por via da baixa densidade populacional, da extensão fundiária e da vegetação e relevo do território, estão presentes espécies cinegéticas tais como: Mamíferos de caça maior – v***o, gamo, corço e javali; Mamíferos de caça menor – raposa, sacarrabos, lebre e coelho bravo; Aves sedentárias ou residentes – perdiz vermelha e faisão; Espécies migratórias que visitam o território (rola comum, pombo torcaz, pombo da rocha, pombo bravo, pato, estorninho, tordo comum, tordo ruivo, tordo zornal, tordoveia, galinhola, narceja galega, narceja comum, tarambola, galeirão e galinha de água).
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A lampreia é muito procurada entre janeiro e abril. A sua preparação exige cuidados especiais de sangramento e limpeza, ...
21/05/2022

A lampreia é muito procurada entre janeiro e abril. A sua preparação exige cuidados especiais de sangramento e limpeza, podendo ou não ser esfolada e obrigatoriamente é retirada a tripa e fel com extrema precaução, caso contrário torna todo o produto não comestível.
Habitualmente, é cortada em postas, deixada por várias horas a marinar numa mistura com o próprio sangue, vinho tinto, alho, louro e sal.
No sul da Europa, sobretudo em Portugal, Espanha e França, a lampreia é considerada uma iguaria requintada, sendo vendida a preços elevados nos restaurantes.
Os pratos mais conhecidos da lampreia são, sobretudo, o arroz de lampreia e à bordalesa, (uma espécie de guisado normalmente acompanhado de arroz). Alguns restaurantes e casas apresentam também pratos de lampreia assada no espeto, e outros ainda a fazem de escabeche.
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A lampreia é muito procurada entre janeiro e abril. A sua preparação exige cuidados especiais de sangramento e limpeza, podendo ou não ser esfolada e obrigatoriamente é retirada a tripa e fel com extrema precaução, caso contrário torna todo o produto não comestível.

Habitualmente, é cortada em postas, deixada por várias horas a marinar numa mistura com o próprio sangue, vinho tinto, alho, louro e sal.

No sul da Europa, sobretudo em Portugal, Espanha e França, a lampreia é considerada uma iguaria requintada, sendo vendida a preços elevados nos restaurantes.
Os pratos mais conhecidos da lampreia são, sobretudo, o arroz de lampreia e à bordalesa, (uma espécie de guisado normalmente acompanhado de arroz). Alguns restaurantes e casas apresentam também pratos de lampreia assada no espeto, e outros ainda a fazem de escabeche.

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O sumo de figo-da-índia natural é um produto de excelente qualidade e muito apreciado. Os sumos frescos devem ser consum...
20/05/2022

O sumo de figo-da-índia natural é um produto de excelente qualidade e muito apreciado. Os sumos frescos devem ser consumidos assim que produzidos. Caso se pretenda um tempo de vida útil alargado, estes devem sofrer um processamento tecnológico, o que lhes confere uma mais-valia na manipulação e conveniência.

Também pode experimentar fazer o seu próprio sumo!
Deixamos-lhe a receita, é bem fácil!
Ingredientes:
6 figos-da-índia
300 ml de água gelada
2 limas
açúcar

Preparação:
O primeiro passo é descascar os figos, onde se deve ter algum cuidado, sendo que o ideal é usar umas luvas ( dica: espete o fruto num garfo e passe o mesmo sobre o lume do fogão. Este queimará os picos mas deve fazê-lo rapidamente para não queimar também o fruto). Depois descasque as limas, tirando a casca e a parte branca. De seguida e depois de arrefecidos, descasque os figos e parta os frutos em pedaços para uma terrina ou copo liquidificador, junte uma ou duas colheres de açúcar e um copo de água. Triturar, utilizando a varinha mágica ou um copo liquidificador. Coar a mistura obtida para retirar a grainha e acrescentar mais água e açúcar a gosto. Servir com gelo ou bem fresco.



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O sumo de figo-da-índia natural é um produto de excelente qualidade e muito apreciado. Os sumos frescos devem ser consumidos assim que produzidos. Caso se pretenda um tempo de vida útil alargado, estes devem sofrer um processamento tecnológico, o que lhes confere uma mais-valia na manipulação e conveniência.

Também pode experimentar fazer o seu próprio sumo!
Deixamos-lhe a receita, é bem fácil!
Ingredientes:
6 figos-da-índia
300 ml de água gelada
2 limas
açúcar

Preparação:

O primeiro passo é descascar os figos, onde se deve ter algum cuidado, sendo que o ideal é usar umas luvas ( dica: espete o fruto num garfo e passe o mesmo sobre o lume do fogão. Este queimará os picos mas deve fazê-lo rapidamente para não queimar também o fruto). Depois descasque as limas, tirando a casca e a parte branca. De seguida e depois de arrefecidos, descasque os figos e parta os frutos em pedaços para uma terrina ou copo liquidificador, junte uma ou duas colheres de açúcar e um copo de água. Triturar, utilizando a varinha mágica ou um copo liquidificador. Coar a mistura obtida para retirar a grainha e acrescentar mais água e açúcar a gosto. Servir com gelo ou bem fresco.



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Sabia que pode produzir cogumelos em sua casa, ou, caso queira uma vertente mais profissional, em tronco ou em estufa at...
19/05/2022

Sabia que pode produzir cogumelos em sua casa, ou, caso queira uma vertente mais profissional, em tronco ou em estufa através da criação de uma exploração agrícola/projecto agrícola?
A produção de cogumelos é uma arte milenar iniciada na Ásia há cerca de 3000 anos e que oferece uma alternativa economicamente viável para a produção de alimentos de sabor e qualidade superiores, bem como a produção de metabolitos de grande valor, como enzimas e polissacarídeos. Permite ainda reduzir o impacto ambiental dos resíduos utilizados como substratos.
O cultivo de cogumelos comestíveis é um processo que utiliza diversos resíduos (troncos de madeira, canteiros de exterior ou povoamentos florestais, ou palhas de cereais, serrim de madeira, substrato compostado) para produzir alimentos de alto valor nutritivo.
Atualmente já é considerada uma atividade de grande importância económica, em particular, a produção de espécies dos géneros Agaricus, Pleurotus e Lentinus.
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Sabia que pode produzir cogumelos em sua casa, ou, caso queira uma vertente mais profissional, em tronco ou em estufa através da criação de uma exploração agrícola/projecto agrícola?

A produção de cogumelos é uma arte milenar iniciada na Ásia há cerca de 3000 anos e que oferece uma alternativa economicamente viável para a produção de alimentos de sabor e qualidade superiores, bem como a produção de metabolitos de grande valor, como enzimas e polissacarídeos. Permite ainda reduzir o impacto ambiental dos resíduos utilizados como substratos.

O cultivo de cogumelos comestíveis é um processo que utiliza diversos resíduos (troncos de madeira, canteiros de exterior ou povoamentos florestais, ou palhas de cereais, serrim de madeira, substrato compostado) para produzir alimentos de alto valor nutritivo.

Atualmente já é considerada uma atividade de grande importância económica, em particular, a produção de espécies dos géneros Agaricus, Pleurotus e Lentinus.

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O medronheiro é uma planta de porte arbustivo, com cerca de 1 a 4 m de altura, apesar de excepcionalmente poder atingir ...
18/05/2022

O medronheiro é uma planta de porte arbustivo, com cerca de 1 a 4 m de altura, apesar de excepcionalmente poder atingir entre 10 a 12 m.
Este arbusto pode viver durante cerca de 200 anos e inicia a frutificação a partir do 4º ano, atingindo o pico de produção ao fim de 8 anos.
O medronheiro, para além das características morfológicas que tem, apresenta uma particularidade muito importante.
De facto, é uma espécie que, devido às suas particularidades, pode ser utilizada como corta fogo, uma vez que atrasa a progressão de incêndios florestais.
Após a ocorrência de incêndios, o medronheiro é uma das primeiras espécies a brotar, regenerando-se através de rebentos da torga e retomando a frutificação em três a quatro anos.
Esta espécie devido ao seu sistema radicular muito ramificado, à introdução de matéria orgânica no solo pela decomposição das suas folhas e à densidade da sua copa, tem uma grande importância na manutenção dos solos, aspetos que contribuem para a fixação, proteção e reabilitação do solo.
Fonte: https://culturasemergentes.ajap.pt/.../Manual_Culturas...
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O medronheiro é uma planta de porte arbustivo, com cerca de 1 a 4 m de altura, apesar de excepcionalmente poder atingir entre 10 a 12 m.
Este arbusto pode viver durante cerca de 200 anos e inicia a frutificação a partir do 4º ano, atingindo o pico de produção ao fim de 8 anos.
O medronheiro, para além das características morfológicas que tem, apresenta uma particularidade muito importante.
De facto, é uma espécie que, devido às suas particularidades, pode ser utilizada como corta fogo, uma vez que atrasa a progressão de incêndios florestais.
Após a ocorrência de incêndios, o medronheiro é uma das primeiras espécies a brotar, regenerando-se através de rebentos da torga e retomando a frutificação em três a quatro anos.
Esta espécie devido ao seu sistema radicular muito ramificado, à introdução de matéria orgânica no solo pela decomposição das suas folhas e à densidade da sua copa, tem uma grande importância na manutenção dos solos, aspetos que contribuem para a fixação, proteção e reabilitação do solo.

Fonte: https://culturasemergentes.ajap.pt/wp-content/uploads/2019/01/Manual_Culturas_Emergentes_Medronho_Digital-min

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Boga é uma espécie de peixe de pequenas dimensões, com corpo alongado moderadamente achatado.Pode atingir até 40 cm de c...
30/04/2022

Boga é uma espécie de peixe de pequenas dimensões, com corpo alongado moderadamente achatado.
Pode atingir até 40 cm de comprimento e 400 a 500 g sendo a sua dimensão mais comum os 20 cm. O tamanho mínimo de captura são 10 cm.
Esta espécie encontra-se associada a zonas mais profundas e com maiores temperaturas de água,
sendo mais frequente em zonas de corrente como fundos areia, lama, rocha junto à costa. Durante a noite, é comum aparecer na superfície da água . A maior parte dos pescadores rejeita este peixe. É um peixe muito usado como isco, no entanto, existem alguns apreciadores de bogas quando fritas.
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Boga é uma espécie de peixe de pequenas dimensões, com corpo alongado moderadamente achatado.
Pode atingir até 40 cm de comprimento e 400 a 500 g sendo a sua dimensão mais comum os 20 cm. O tamanho mínimo de captura são 10 cm.
Esta espécie encontra-se associada a zonas mais profundas e com maiores temperaturas de água,
sendo mais frequente em zonas de corrente como fundos areia, lama, rocha junto à costa. Durante a noite, é comum aparecer na superfície da água . A maior parte dos pescadores rejeita este peixe. É um peixe muito usado como isco, no entanto, existem alguns apreciadores de bogas quando fritas.

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