Narguile udi

Narguile udi A todos os amantes desse habito qui e uma cultura ja virando religiao

02/06/2019

Bora fuma Na****le 😏 quem fecha ?

17/12/2018

Visando otimizar os gastos com a aquisição de CBD (canabidiol) e atender à saúde pública, o governo do Piauí segue com seu projeto pioneiro de regulamentar o composto da cannabis. Pesquisas devem começar em março de 2019.

curta chapei034
13/12/2018

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Índio é apreendido ao entrar em delegacia usando boné com estampa de maconha no Acre
Já faz mais de 7 anos que a decisão do STF, no julgamento da ADPF 187, deixou claro que o uso de vestimentas com a estampa da maconha não é crime, mas sim um direito garantido pela Constituição Federal: a liberdade de expressão! Mas parece que a delegacia de Sena Madureira, no interior do Acre, ainda não sabe disso.

Um caso inusitado ocorreu na Delegacia de Sena Madureira, no interior do Acre, nesta terça-feira (4). Um indígena, de 22 anos, da etnia Jaminawa foi apreendido após entrar na instituição usando um boné com estampa de maconha.

o delegado Marcos Frank, que investiga o caso, explicou que o índio buscou a unidade para conseguir um “espelho” da identidade, ou seja, uma cópia do documento original. Porém, acabou sendo apreendido por apologia ao uso de dr**as.

“Ele foi autuado pelo artigo 286 do Código Penal que estabelece que é crime incitar publicamente a prática de crime. Usar esse tipo de roupa é crime, pois é crime induzir, instigar ou ajudar alguém a consumir substâncias proibidas”, afirma.

No caso registrado em Sena Madureira, o indígena assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência e foi liberado. Porém, deve ser indiciado para responder pelo caso.

#034

10/12/2018
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04/12/2018

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Fabricante do cigarro Marlboro negocia comprar produtora canadense de maconha

A maconha veio para ficar e a fabricante dos ci****os Marlboro sabe muito bem disso.

A Altria, dona da marca de ci****os Marlboro, está negociando a compra da produtora canadense de maconha Cronos, enquanto busca diversificar seus negócios para além dos fumantes tradicionais, disseram fontes a par do assunto à Reuters, nesta segunda-feira.

A Cronos não aceitou um acordo e não há certeza de que isso evoluirá, disseram as fontes. As discussões entre Cronos e Altria devem durar várias semanas, acrescentou uma das fontes.
lazy placeholder Fabricante do cigarro Marlboro negocia comprar produtora canadense de maconha

As fontes pediram para não serem identificadas porque o assunto é confidencial. A Altria não respondeu imediatamente a pedidos de comentário, enquanto a Cronos se recusou a comentar

#034

partiu
30/11/2018

partiu

Fornecimento gratuito de medicamentos à base de canabidiol é aprovado em Goiás
Em Goiás, projeto de lei de autoria do deputado Diego Sorgatto, que libera a distribuição gratuita pelo Estado de medicamentos que contenham canabidiol (CBD) em sua fórmula foi aprovado.
Um projeto de lei que libera a distribuição gratuita dos medicamentos que contenham em sua fórmula a substância canabidiol (CBD), composto da maconha, foi aprovado em segunda votação na Assembleia Legislativa do estado de Goiás (Alego). A substância canabidiol poderá ser distribuída nas Unidades de Saúde Públicas estaduais e privadas, conveniadas ao Sistema Único de Saúde (SUS).

#034

jaja ta legalizado curta a pagina chapei e fique por dentro das noticias
29/11/2018

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Na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), os senadores analisam 15 itens que estão em pauta.

curta pagina chapei034
27/11/2018

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Veja 5 dicas para empreender no meio canábico no Brasil

O mercado canábico pode ser tentador para muitos brasileiros que veem no empreendedorismo a realização do sonho em ter o seu próprio negócio. Baseado em acontecimentos, dúvidas e experiências, compartilho no texto abaixo algumas dicas que podem facilitar a vida de quem quer iniciar ou continuar numa empreitada canábica.

Mesmo ainda tida como uma substância ilícita no país, para uso recreativo/social, a maconha e seus usos já movimentam todo um mercado de produtos legais, gerando empregos e impostos no Brasil. Juntando este cenário à tendência regulatória dos usos medicinal e social da planta em todo o mundo, é natural que mais pessoas enxerguem toda a cultura acerca da planta como uma oportunidade de negócio melhor que as opções mais tradicionais, inclusive no Brasil.

Segundo o relatório da Arcview Market Research e da BDS Analytics, o consumo de maconha para fins terapêuticos no Brasil passou de 2 milhões de dólares, em 2017, para US$ 4 milhões em 2018. Os gastos aumentarão à medida que o programa da maconha medicinal se expanda no país. Em grande parte devido a um considerável aumento no número de pacientes, estima-se que os gastos com cannabis medicinal atinjam os US$ 62 milhões, cerca de 240 milhões de Reais, em 2022. O relatório não considera o consumo recreativo.

Calma! Antes das cifras saltarem aos olhos, outros aspectos precisam ser vistos e revistos.

O mercado canábico pode ser tentador para muitos brasileiros que veem no empreendedorismo a realização do sonho de ter seu próprio negócio. Mas baseado em acontecimentos, dúvidas e experiências, que acompanho nestes últimos anos, resolvi compartilhar algumas dicas que podem facilitar a vida de quem quer iniciar ou continuar numa empreitada canábica.

Compromisso com a causa. Dentro da mente de algumas pessoas ainda há o antigo conflito: ativismo x capitalismo. Deixe isso de lado, até porque muita das empresas ativas no Brasil são formadas por ativistas que dedicam-se à normalização de um mercado e cultura carregados de estigmas e injustiça. Se você está interessado apenas no dinheiro do meio canábico, sem nem ao menos pensar numa reparação social, provavelmente não irá prosperar neste universo. Estar no empreendedorismo canábico exige que você seja capaz de compreender os usos da planta e a necessidade de um marco regulatório para por fim a uma guerra que vitimiza majoritariamente uma parcela da sociedade.

Seja capaz de, maneira educada e informada, passar os benefícios da maconha para o bem-estar de quem necessita, de falar sobre os avanços nos lugares onde já regulamentou, dos usos industriais da planta e entre outros. Você não precisa ser um PhD na história da cannabis, comece se informando e criando o compromisso de reverberar a luta. Hoje, muitos que estão à frente do mercado canábico surgiram como porta-voz de algo que é amplamente mal compreendido.

Não se intimide, independente do governo, se a sua empresa é legal, erga a cabeça e lute pelos avanços e mudanças nas leis. Se hoje você acha difícil, deixo o depoimento de Alexandre Perroud, proprietário da Ultra420, que já percorre essa estrada há quase 25 anos.

Esteja por dentro da lei. Apesar de já vermos as movimentações em relação à regulamentação da maconha no Brasil, aqui ainda não é o Canadá, Colorado ou Uruguai. Evite criar um projeto de empreendedorismo que só vai trazer perda de tempo e dinheiro, e risco à sua liberdade, sem consultar advogados(as) especializados(as) na causa.

Mesmo diante de alguns avanços no Brasil, a cannabis ainda é um assunto delicado. Para ter um projeto que respeite a realidade brasileira, com impacto social positivo e minimizando riscos judiciais, converse com profissionais com visão jurídica e intimidade com a questão canábica no país, conforme informa o post na rede social do coletivo de juristas Reforma da Política de Dr**as o qual recomendo. Além do coletivo de juristas recomendo também o escritório da Dª Lorena Otero, aos novos e atuais empreendedores.

Pense fora da caixa e foque no que você é bom. Ter um negócio canábico vai muito além de ser dono de uma loja ou ter criado um produto relacionado. Muitas das vezes você terá que ser o ‘faz tudo’. Do planejamento logístico ao marketing, passando pelo atendimento ao cliente ao gerenciamento de mídias e comércios virtuais. Os empreendedores canábicos estão em um espaço tão inovador que o conhecimento especializado usado em outra áreas precisa ser aperfeiçoado. Não tente abraçar o mundo sozinho, busque mídias e profissionais dedicados e/ou familiarizados com a cultura canábica nacional e, principalmente, pense fora da caixa. Investigue e busque as necessidades, o mercado é amplo e vai muito além dos apetrechos para consumo.

Concorra, mas não esqueça do “um por todos e todos por um”. A falta de concorrência em um dado mercado pode ser vista como algo positivo por alguns empreendedores -ou até mesmo o cenário ideal. Mas esse pensamento não é bom! A falta de concorrentes pode significar um mercado fraco. Concorrência é sinal de mercado, de demanda, de que tem quem pague pelo que você e outros têm a oferecer.

Muitos se concentram tanto em superar seus concorrentes que perdem o foco de seus cliente e missão. Sem ele, os empreendedores não teriam tanta inclinação em pensar na qualidade, inovação e outros nos produtos e serviços oferecidos. Concorrência também é aprendizado, o empreendedor pode aprender com os erros e acertos dos competidores.

A concorrência no mercado canábico deve ser saudável por motivos de segurança. Em razão da situação ilegal da maconha, aliada à falta de conhecimento e preconceito social pela cultura e mercado, os empreendedores devem concorrer, mas devem sempre se manter unidos.

Qualquer repressão ou injustiça contra alguma marca canábica deve ser denunciada, e a denúncia deve ser apoiada, afinal nessas horas as diferenças ficam de lado, pois a luta é a mesma, no famoso “um por todos e todos por um”.

Todo amor a quem age assim! Especialmente aos que se manifestaram diante da suspensão provisória no Instagram, dos perfis da Jonha e da Smoke Buddies, que foram restabelecidos após alguns dias.

Seja profissional. As empresas canábicas pelo mundo estão cada vez mais profissionais, as maiores já cotam suas ações nas principais Bolsas de Valores. E isso certamente não se deu por um golpe de sorte ou por seus empreendedores terem sido desleixados com seus clientes, fornecedores ou prestadores de serviço. Seja profissional, atenda bem, auxilie e, principalmente, se desculpe em caso de qualquer deslize, errar é normal e é digno assumir e solucionar. Não deixe o estereótipo “maconheiro doidão” te prejudicar.

Ouça sua base de clientes, mentores e amigos, eles são mais importantes do que você acredita. Lembrando de alguns pontos anteriores, sem comprometimento sempre haverá alguém lá fora que fará coisas melhores que você.

moio
26/11/2018

moio

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